Entrevista à Diretora Ana Gralheiro, do Agrupamento de Escolas D. Dinis – Odivelas


agrupamento D.Dinis

1- Podemos começar por uma apresentação da sua escola, o Agrupamento de Escolas D.Dinis.

I – CARACTERIZAÇÃO HUMANA DO AGRUPAMENTO ESTRUTURAS EDUCATIVAS E SERVIÇOS – 2014/2015

PESSOAL DOCENTE

Total de educadores e de professores do Agrupamento: 99;

ALUNOS – 1227 distribuídos da seguinte forma:

Ensino Pré-Escolar: 69;

1º Ciclo: 553;

2º Ciclo: 235;

3º Ciclo: 370.

Taxa de alunos carenciados e ultracarenciados: 63%.

IV – OFERTA CURRICULAR

De forma dar resposta às necessidades específicas dos nossos alunos, e da comunidade em que estamos integrados, o nosso Agrupamento proporciona os seguintes cursos:

VOCACIONAL 2º CICLO – Nas áreas de: Introduçao ao Jornalismo Sonoplatia Luminotécnia e Animação Turística .

VOCACIONAL 3º CICLO (2 Anos) – Nas áreas de: Jornalismo, Gestão Desportiva e Animação Turística.

VOCACIONAL 3º CICLO(1 Ano) – Nas áreas de: Práticas Comerciais, Stocks e Merchandising e Animação Turistica.

Oferece ainda uma turma de Percurso Curricular Alternativo (a frequentar o 9.º ano de escolaridade no ano letivo 2015/2016), em que se procura integrar através das artes.

Dando grande valor à arte na formação do indivíduo, o Agrupamento oferece ainda a frequência do Ensino Articulado, em parceria com o Conservatório de Musica D. Dinis, havendo no ano letivo 2015/2016 cinco turmas integradas nesta oferta formativa, respetivamente, uma por ano letivo (desde o 5.º ao 9.º ano).

2- Nos último anos temos assistido a uma maior competição entre as escolas. Se precisasse de convencer um encarregado de educação/aluno a escolher a sua escola, o que lhe diria?

Temos uma oferta curricular diversificada e professores altamente motivados.

3- Tem algum projeto que na sua opinião mereça ser destacado?

Projeto Tutoria

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Projeto EPIS

EPIS – “NOVOS BONS ALUNOS”

REDE DE MEDIADORES PARA O SUCESSO ESCOLAR 3º CICLO

A Associação EPIS – Empresários Pela Inclusão Social foi criada em 2006 por empresários e gestores portugueses, na sequência de uma convocatória à sociedade civil feita pelo Presidente da República, no seu primeiro discurso do 25 de Abril, proferido na Assembleia da República.

A EPIS escolheu a Educação como forma de concretização da sua missão principal de promoção da inclusão social em Portugal. Com este foco, tem desenvolvido os seus projetos de intervenção cívica na área do combate ao insucesso e ao abandono escolares, com particular atenção à capacitação de jovens em risco que frequentam o 1º, 2º e 3º Ciclo de escolaridade e à disseminação de boas práticas de gestão nas escolas, com base numa metodologia de capacitação dos jovens e das suas famílias.

Esta metodologia tem vindo a ser testada, desde 2007/2008, em várias escolas a nível nacional numa parceria entre o Ministério da Educação e Ciência, as autarquias, as escolas e as empresas locais, com uma equipa de cerca de 155 Mediadores com formação especializada. Atualmente estão abrangidos pelo Projeto os Concelhos de Almada,Amadora, Barreiro, Campo Maior, Estarreja, Évora, Figueira da Foz, Gondomar, Grândola, Matosinhos, Moita, Montijo, Loures, Odivelas, Oliveira do Bairro, Pampilhosa da Serra, Paredes, Pombal, Porto, São Brás de Alportel, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra, Vila Nova de Famalicão, bem como as ilhas dos Açores (Pico, São Miguel e Terceira) e Madeira (Funchal).

Os alunos são selecionados a partir de um sistema de Screening (varrimento) para serem acompanhados em proximidade até ao final do 3º Ciclo.

A “Rede de mediadores EPIS para o sucesso escolar” foi seleccionada como «case-study» internacional na área da Educação pela Clinton Global Initiative, realizada em Setembro de 2009, em Nova Iorque, com base nos resultados quantitativos já atingidos.
A metodologia EPIS foi igualmente escolhida, entre várias, para ser o modelo conceptual de referência a seguir pelo projeto “RESLEA – Reducing Early School Leaving”, um programa europeu que pretende identificar boas práticas europeias de combate ao abandono escolar precoce, coordenado pelo CEPCEP – Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa, da Universidade Católica, e com parceiros da Alemanha, Reino Unido, Hungria e Eslovénia.

Em Odivelas, no ano letivo de 2014/2015, o Projeto EPIS está implementado em 3 escolas: EB2/3 Pombais, EB 2/3 Pontinha e Escola Secundária Braancamp Freire.

Projeto Criar

Projeto SEI

Surgiu, em 2010, o Projeto SEI! Odivelas (Projeto para o Sucesso Educativo e Integração), que teve como objetivo abranger os principais projetos educativos, nomeadamente a Mediação Escolar (2.º e 3.º Ciclo do Ensino Básico) e os Gabinetes de Apoio Psicológico (Jardim-de-Infância e 1.º Ciclo do Ensino Básico).

A missão do Projeto SEI! Odivelas é promover o sucesso escolar e a integração social, prevenindo os fenómenos de abandono e absentismo escolar, os comportamentos de risco e a exclusão social de crianças que frequentem os Jardins de Infância, 1.º Ciclo do Ensino Básico e jovens que frequentem os 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico da rede de escolas públicas do Concelho de Odivelas.

As principais estratégias de intervenção do Projeto “SEI! Odivelas” são o acompanhamento de proximidade, através de uma equipa multidisciplinar que desenvolve o seu trabalho no terreno, intervindo de forma direta com as crianças, jovens e as suas famílias, procurando identificar situações que possam comprometer o processo de aprendizagem escolar, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social; e estratégias universais que abrangem pequenos e grandes grupos da comunidade educativa, nomeadamente ações de sensibilização com Professores, Assistentes Operacionais, Encarregados de Educação, entre outros.

4- A procura pelo sucesso educativo é a matriz de qualquer escola, como analisa e justifica os resultados obtidos no seu agrupamento?

Temos assistido nos últimos 3 anos a uma redução considerável do insucesso escolar.

Procuramos as soluções internamente sem recorrer a argumentações que se prendem com factores externos, nomeadamente a origem socioecónomica dos nossos alunos.

Assim implementamos o seguinte plano:

  1. INTERVENÇÃO PRECOCE SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS, ATRAVÉS DA DIVERSIFICAÇÃO E DIFERENCIAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE ENSINO;
  2. MONITORIZAÇÃO DA ATIVIDADE LETIVA EM CONTEXTO DE SALA DE AULA, ENQUANTO OPORTUNIDADE DE APERFEIÇOAMENTO DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS E DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL;
  3. INTENSIFICAÇÃO DOS MOMENTOS DE AVALIAÇÃO FORMATIVA REGULADORES DOS PROCESSOS DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM E O REFORÇO DA AFERIÇÃO DAS PRÁTICAS AVALIATIVAS, PARA AUMENTAR A FIABILIDADE DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO;
  4. HIERARQUIZAÇÃO E CALENDARIZAÇÃO DOS OBJETIVOS E A DEFINIÇÃO DE METAS INTERMÉDIAS NO PROJETO EDUCATIVO, COMO FORMA DE MELHORAR A SUA OPERACIONALIZAÇÃO NO PLANO ANUAL DE ATIVIDADES E A SUA AVALIAÇÃO;

1ª ÁREA DE INTERVENÇÃO – CONCEÇÃO E PLANEAMENTO

OBJETIVO – OPERACIONALIZAR O PLANO, ENVOLVENDO E COMPROMETENDO TODOS OS ÓRGÃOS E ESTRUTURAS DE ORIENTAÇÃO EDUCATIVA

AÇÃO 1

Operacionalização do Plano, envolvendo e comprometendo todos os órgãos e estruturas de orientação educativa, de modo a facilitar a sua monitorização e consequente avaliação.

AÇÃO 2

Divulgação e implementação do Plano, envolvendo todos os órgãos e estruturas de ação educativa do Agrupamento, comprometendo as equipas operacionais e os responsáveis de cada uma das ações com o cumprimento das metas definidas.

AÇÃO 3

Monitorização regular e avaliação final, por parte dos responsáveis, da concretização das ações previstas.

2ª ÁREA DE INTERVENÇÃO – REALIZAÇÃO DO ENSINO E DAS APRENDIZAGENS

MELHORIA DAS APRENDIZAGENS E RESULTADOS ESCOLARES E PREVENÇÃO À RETENÇÃO

OBJETIVO – DESENVOLVER NOS ALUNOS COMPETÊNCIAS NO DOMÍNIO DA LÍNGUA PORTUGUESA E MOTIVÁ-LOS PARA A APRENDIZAGEM, ATRAVÉS DA IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR, TRANSVERSAIS A TODO O ENSINO BÁSICO.

AÇÃO 4

Elaboração e implementação de uma grelha de leitura no âmbito o Projeto de Português Língua Não Materna.

AÇÃO 5

Introdução do Programa Individual de Trabalho para os alunos do 1.º ciclo e implementação de uma grelha de pilotagem de conteúdos para os alunos do 2.º e 3.ºciclos do Projeto de Português Língua Não Materna.

3ª ÁREA DE INTERVENÇÃO – AVALIAÇÃO DO ENSINO E DAS APRENDIZAGENS

REFORÇO DA AVALIAÇÃO FORMATIVA E AFERIÇÃO DE PRÁTICAS AVALIATIVAS

OBJETIVO – AUMENTAR O TRABALHO COLABORATIVO ENTRE DOCENTES COM VISTA A PROMOVER A REFLEXÃO SOBRE PROCESSOS DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM E A MELHORAR OS PROCESSOS E OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO.

AÇÃO 6

Elaboração de grelhas de observação direta dos comportamentos dos alunos no âmbito das competências sócio afetivas.

AÇÃO 7

Elaboração de grelhas de avaliação final de período comuns por grupo disciplinar.

AÇÃO 8

Implementação das grelhas de observação direta de comportamentos e de avaliação final de período.

AÇÃO 9

Generalização da prática de permuta entre professores, do mesmo ano de escolaridade/disciplina, quanto à correção de testes de avaliação sumativa, utilizando os critérios definidos.

AÇÃO 10

Análise, em conjunto, por disciplina e por ano de escolaridade, das grelhas de correção dos testes realizados, com o objetivo de identificar as dificuldades evidenciadas pelos alunos e questionar/partilhar os materiais e as estratégias de ensino e de aprendizagem utilizados.

4ª ÁREA DE INTERVENÇÃO – REFLEXÃO SOBRE OS RESULTADOS ESCOLARES

MELHORIA DAS APRENDIZAGENS E RESULTADOS ESCOLARES E PREVENÇÃO À RETENÇÃO

OBJETIVO – PROMOVER A REFLEXÃO SOBRE OS RESULTADOS ESCOLARES E O DESENVOLVIMENTO DE MECANISMOS DE REGULAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM.

AÇÃO 11

Monitorização dos resultados escolares, através do preenchimento do Registo de Incidências (insucesso superior a 50%), com vista a promover a reflexão sobre os resultados escolares e o desenvolvimento de planos de ação que contribuam para a melhoria dos resultados.

5ª ÁREA DE INTERVENÇÃO – ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO DOS DOCENTES

MELHORIA DAS APRENDIZAGENS E RESULTADOS ESCOLARES E PREVENÇÃO À RETENÇÃO

OBJETIVO – PROMOVER A IMPLEMENTAÇÃO DE PROCESSOS DE SUPERVISÃO PEDAGÓGICA, QUE CONTRIBUAM PARA A IDENTIFICAÇÃO DOS FATORES DE SUCESSO E DE INSUCESSO E PARA O APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS DOCENTES.

AÇÃO 12

Conceção e aplicação de inquéritos a alunos e professores com vista à identificação dos indicadores e fatores de sucesso e de insucesso escolar intrínsecos ao processo de ensino-aprendizagem.

6ª ÁREA DE INTERVENÇÃO – ACOMPANHAMENTO DO TRABALHO DOS DOCENTES

APERFEIÇOAMENTO DE PRÁTICAS EDUCATIVAS E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

OBJETIVO – OBSERVAR AULAS ENTRE PARES COM VISTA À IDENTIFICAÇÃO E PARTILHA DE BOAS PRÁTICAS

AÇÃO 13

Criação de um instrumento de registo de observação de aulas, focada, entre outros, nos seguintes aspetos:

  1. a) Seleção de tarefas diferenciadas em função dos diferentes ritmos de aprendizagem dos alunos;
  2. b) Esclarecimento atempado das dúvidas;
  3. c) Informação de retorno e reforço positivo;
  4. d) Gestão eficiente do tempo de aula;
  5. e) Estratégias de prevenção e de controlo da indisciplina;
  6. f) Explicação clara e orientação das tarefas a realizar;
  7. g) Diversificação de estratégias de ensino e de aprendizagem;
  8. h) Diversificação de modalidades de trabalho com a turma;
  9. i) Tarefas de consolidação/reflexão sobre as aprendizagens da aula;

AÇÃO 14

Momentos de partilha da prática letiva, entre pares, com a utilização da grelha de registo de observação previamente criada.

AÇÃO 15

Diálogo/reflexão conjunta sobre a aula observada e identificação dos aspetos mais relevantes para o sucesso escolar, a registar, em consenso, entre o observador e o observado.

AÇÃO 16

Criação de um Manual de Boas Práticas, decorrente dos registos de observação da prática letiva efetuados, através da grelha de observação e do questionário aplicado aos alunos e docentes.

TAXAS DE SUCESSO em 2014/2015

1º Ciclo: 94,2%

2º Ciclo: 87,2%

3º Ciclo: 81,1%

5- As questões disciplinares são sempre uma grande preocupação na comunidade escolar. É capaz de quantificar e tipificar a indisciplina do seu agrupamento e a sua evolução nos últimos anos?

Os casos de indisciplina grave e muito grave têm sofrido um decréscimo considerável devido a:

– Projeto – Tutoria – Contribuiu para a redução dos casos de indisciplina grave e muito grave em pelo menos 10% dos alunos tutoreados? Sim (21%);

– Projetos artísticos que visam uma melhor integração e aumento da autoestima;

– Projeto – SEI – Contribuiu para a redução dos casos de indisciplina grave e muito grave em pelo menos 10%? Sim (21%);

– Projeto – EPIS – Professora Mediadora: Graça Rijo – Contribuiu para a redução dos casos de indisciplina grave e muito grave em pelo menos 10%

– Outros projetos e atividades integradoras – Reduziram em 10% os casos de indisciplina graves e muito graves.

Assim, apostamos na continuação das boas parcerias com Conservatório D. Dinis, Sociedade Musical Odivelense, Teatro Malaposta, Junta de Freguesia, Câmara Municipal de Odivelas, PSP de Odivelas, CPCJ e Ministério Público, através de contactos formais e informais – O procedimento contribuiu para a redução dos casos de indisciplina grave e muito grave em pelo menos 10%. Sim (21%).

6- Verifiquei que o Agrupamento de Escolas D.Dinis estabeleceu uma série de parcerias. Estas foram efetuadas com o intuito de suprirem carências que o orçamento escolar não consegue colmatar?

Também e não só.

Uma vez que o Agrupamento não tem pavilhão ou anfiteatro, as instituições parceiras cedem-nos espaços para eventos artísticos e desportivos diversos.

7- O seu agrupamento efetuou um contrato de autonomia com o MEC. São várias as opiniões que afirmam que a autonomia atribuída ficou muito aquém do necessário. Concorda com a afirmação?

Concordamos.

8- Este ano foi ano de concurso geral de professores. BCE, ofertas de escolas, reconduções, critérios de escola, etc… Qual a sua opinião sobre o atual processo de recrutamento de professores?

Consideramos que só para os cursos vocacionais e turmas PCA, a escolha dos docentes deva ser feita pelos agrupamentos de acordo com os perfis exigidos.

9- E sobre a chamada municipalização escolar, acha que é esse o caminho que a educação em Portugal deve seguir?

Discordamos completamente.

10- Nuno Crato terminou recentemente o seu mandato, considera positivo o seu desempenho enquanto Ministro da Educação?

Nuno Crato simboliza um retrocesso civilizacional na educação principalmente pela introdução de metas ridículas e inexequíveis.

Consideramos que os alunos devem ser avaliados por competências.

A generalização dos exames nos anos terminais do ensino básico não tem qualquer razão de ser e, por isso, deveriam ser extintos.

11- Na sua opinião, quais deveriam ser as prioridades do próximo ministro da educação?

– Acabar com os exames no ensino básico;

– Extinguir as metas e reintroduzir as competências por ciclo de escolaridade;

– Obrigatoriedade do ensino pré-escolar (dos 3 aos 6 anos);

– 1º Ciclo – Idade mínima de ingresso – 7 anos; com a duração de 5 anos de escolaridade, sem transições automáticas;

– Escolaridade obrigatória:

– Pré Escolar: dos 3 aos 6 anos (dos 5 aos 6 anos: introdução à escrita e leitura);

– 1º Ciclo: (5 anos de duração) – dos 7 aos 12 anos, sem transições automáticas;

– 2º ciclo: (3 anos de duração) – dos 12 aos 15 anos;

– Secundário: (3 anos de duração) – dos 15 aos 18 anos.

12- O cargo de diretor escolar é um cargo de elevada responsabilidade e de elevado desgaste. Vale a pena ser diretor(a)?

Só para quem gosta de desafios diários – Vale mesmo a pena!!

Entrevista conduzida por Alexandre Henriques

Artigo cedido pelo blogue ComRegras, com autorização do autor.

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